Como o fascismo e a homofobia ainda nos obrigam a premiar quem faz a diferença

Como o fascismo e a homofobia ainda nos obrigam a premiar quem faz a diferença

A democracia vive dias difíceis, mas continua a ser "o melhor dos regimes". A convicção partilhada por políticos e por quem esteve na cerimónia de entrega dos prémios ILGA Portugal ganha uma importância ainda maior, numa altura em que é evidente o crescimento de movimentos populistas, um pouco por todo o mundo.

"Não dá para sermos cinzentos. Temos que ser claros." O sentido de urgência com que a deputada Isabel Moreira pronuncia estas palavras tem tudo a ver com o momento que muitas democracias atravessam. Se há ano em que os prémios Arco-Íris entregues pela ILGA fazem sentido, este é definitivamente um deles.

O estúdio da Time Out, em Lisboa, não foi apenas pequeno para acolher as pessoas que assistiram a esta 16ª edição dos Prémios Arco-Íris. Foi igualmente acanhado para as preocupações com os crescentes movimentos populistas pelo mundo e com as ameaças que representam a ascensão ao poder de Donald Trump, nos Estados Unidos ou, mais recentemente, de Jair Bolsonaro, no Brasil.

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