China quer criar estruturas onde todos possam ganhar

A construção da chamada nova rota marítima da seda não está isenta de dificuldades. Este foi o desafio que Hu Zhiyong, professor do Instituto de Estudos Internacionais da Academia de Ciências Sociais de Xangai,deixou na sua palestra na conferência Plataforma Azul.

Ligar continentes e, acima de tudo, ligar economias é o grande desafio para a China por forma a que todos os intervenientes possam sair ganhadores desta cooperação.

Segundo o docente do Instituto de Estudos Internacionais da Academia de Ciências Sociais de Xangai, a cooperação regional assenta em cinco linhas mestras: "Comunicação política, ligação rodoviária, comércio livre, circulação de moeda e mentalidade dos povos". Uma verdadeira cooperação, indicou, surge quando todos entendem e praticam estes desígnios.

"Ao construir o conceito de rota marítima da seda, devemos também construir a "comunidade China-ASEAN [Associação das Nações do Sudeste Asiático]" para fortalecer a cooperação e buscar resultados em que todos ganham".

O catedrático recordou que a política externa da China reflete o empenhamento do país na procura da estabilidade regional e o consequente e desejado desenvolvimento através da promoção da cooperação regional".

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