WhatsApp admite envio massivo ilegal de mensagens nas eleições de 2018

Tomada de posse de Jair Bolsonaro, sempre acompanhado da mulher Michelle Bolsonaro, durante a tomada

Tomada de posse de Jair Bolsonaro, sempre acompanhado da mulher Michelle Bolsonaro, durante a tomada de posse a 1 de janeiro de 2019, em Brasília

  |  REUTERS/Ricardo Moraes

Plataforma condena também grupos públicos da plataforma acessados por meio de links.

O WhatsApp admitiu pela primeira vez que a eleição brasileira de 2018 teve uso de envios massivos de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas.

"Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras de envios massivos de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas", afirmou Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, em palestra no Festival Gabo.

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