Marcelo prossegue visita de Estado com agenda económica

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epa07536382 Portugal's President Marcelo Rebelo de Sousa (C) speaks during a meeting with China's President Xi Jinping (not seen) at the Great Hall of the People in Beijing in Beijing, China, 29 April 2019. EPA/MADOKA IKEGAMI / POOL

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O Presidente da República prossegue hoje em Xangai a visita de Estado à República Popular da China, com uma agenda que inclui um seminário económico luso-chinês, no qual deverão ser assinados acordos bilaterais. Marcelo Rebelo de Sousa iniciou esta visita segunda-feira, em Pequim, onde foi recebido pelo Presidente e pelo primeiro-ministro chineses, e viajou nessa noite para Xangai, a "capital" económica da China, onde estará menos de 24 horas.

Hoje, antes de intervir na sessão de abertura do seminário económico luso-chinês, que tem um dos departamentos de língua portuguesa mais antigos da China, é recebido ao almoço pelo secretário do Partido Comunista Chinês (PCC) em Xangai.

Mais tarde, visita a Universidade de Estudos Internacionais de Xangai, que tem um dos departamentos de língua portuguesa mais antigos da China, onde tem previsto um encontro com alunos da licenciatura e mestrado em português.

Antes de viajar para a Região Administrativa Especial de Macau, Marcelo Rebelo de Sousa dá ainda uma receção a empresários, entidades culturais e portugueses residentes nesta região.

Em Macau, onde termina esta visita de Estado, na quarta-feira, também estará menos de 24 horas, mas com uma agenda intensa, que inclui visitas à Santa Casa da Misericórdia, às ruínas da Igreja de São Paulo, à Escola Portuguesa, uma reunião com o chefe do executivo da RAEM, Fernando Chui Sai On, e uma receção à comunidade portuguesa.

Nesta deslocação à China, o Presidente da República está acompanhado por uma delegação parlamentar composta pelos deputados Adão Silva, do PSD, Filipe Neto Brandão, do PS, Telmo Correia, do CDS-PP, pelo líder parlamentar do PCP, João Oliveira, e por Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista "Os Verdes".

Bloco de Esquerda e PAN não quiseram integrar a comitiva, justificando com a situação dos direitos humanos e das liberdades na China, opção que o chefe de Estado apontou na segunda-feira como "um sinal da liberdade que existe em Portugal".

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