Líder de Hong Kong diz que princípio 'um país, dois sistemas' pode manter-se após 2047

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epa07757290 (CORRECTION) – This is to amend image epa07757255 issued on 05 August 2019, correcting identity of people flanking Lam to unknown (blank) (not: Chief Secretary for Administration, Matthew Cheung Kin-chung (L) and the Financial Secretary Paul Chan (R)). The revised caption reads: Hong Kong Chief Executive Carrie Lam (C) speaks during a press conference in Hong Kong, China, 05 August 2019. Hong Kong is bracing for a day of citywide strike following a ninth consecutive weekend of multiple anti-extradition rallies and intense clashes between demonstrators and police over the now suspended extradition bill to China. EPA/JEROME FAVRE (CORRECTION)

  |  EPA / JEROME FAVRE

A líder de Hong Kong disse hoje que o princípio 'um país, dois sistemas', sob o qual a cidade beneficia de liberdades inexistentes na China, pode prolongar-se após 2047, se for mantida a lealdade a Pequim.

"Somente se insistirmos na implementação do princípio 'um país, dois sistemas' e praticá-lo de forma contínua e completa (...), então acho que haverá justificação para que (...) avance sem problemas e sem mudanças depois de 2047", afirmou Lam.

As palavras de Carrie Lam no Conselho Legislativo [parlamento local] parecem ser um apelo à contenção daqueles que protestam contra o que designam de reforço de controlo de Pequim sobre a vida cívica, económica e política da região administrativa especial chinesa.

A transferência de Hong Kong do domínio do Reino Unido para a China em 1997 aconteceu com a promessa de manutenção da economia capitalista e da independência das instituições e da Justiça durante 50 anos.

Hong Kong tem sido palco de protestos antigovernamentais violentos desde junho passado, embora recentemente tenham diminuído de intensidade.

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