Tensão, violência, mortes. E a ajuda humanitária não chegou à Venezuela

O regime conseguiu impedir a entrada de ajuda humanitária na Venezuela. Houve violência, mortes, militares a desertar. "Estou mais firme que nunca", garantiu Nicolás Maduro, numa manifestação em Caracas.

Várias mortes e camiões com alimentos e medicamentos incendiados marcaram o dia em que os apoiantes do presidente interino e o próprio Juan Guaidó tentaram fazer entrar na Venezuela a ajuda humanitária armazenada na Colômbia e no Brasil. Um dia de confrontos e violência, no qual pelo menos 23 polícias e militares venezuelanos decidiram desertar, deixando de apoiar o regime de Nicolás Maduro.

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