Relatório diz que "não ficou provada" interferência política

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A versão final do relatório da comissão de inquérito ao furto de Tancos apresentada, esta terça-feira, no parlamento sustenta que "não ficou provado" que tenha havido interferência política na ação do Exército ou na atividade da Polícia Judiciária Militar.

A versão inicial do relatório, entregue no final de maio, afirmava que a comissão parlamentar de inquérito "apurou que em nenhum momento se verificou qualquer interferência política na ação do Exército ou na atividade da PJM [Polícia Judiciária Militar]".

Na versão final, hoje apresentada pelo relator e que ainda será sujeita a votação, altera-se aquele parágrafo para acrescentar que "não ficou provado" que "em algum momento se tenha verificado qualquer interferência política" na ação do Exército ou na atividade da PJM.

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