Privatizações salvaguardam os direitos dos trabalhadores

Depois de décadas de centralização económica e intervencionismo puro em todas as vertentes da sociedade, chegou a vez de liberalizar a vida empresarial do país. O Estado vai afastar-se da produção de bens e serviços, para evitar a dependência do sector petrolífero, dinamizar a economia e garantir receitas para financiar os programas públicos. O Programa de Privatizações (denominado PROPRIV), que decorre até 2022, foi apresentado ontem, em Luanda.

Manuel Nunes Júnior, ministro de Estado e da Coordenação Económica, optou por recorrer ao percurso histórico do país, para justificar a alienação de activos.

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