Após expulsão de Frota, líder do PSL diz que partido não será "PT à direita"

Um dia após a expulsão do deputado federal Alexandre Frota, o líder do partido na Câmara dos Deputados negou que o partido seja intolerante ou intransigente

Segundo Delegado Waldir, as divergências são naturais e ocorrem inclusive no âmbito pessoal ou familiar. "A gente não pode ser intransigente, querer puritanos no PSL. Se não, vamos virar um PT à direita", disse Waldir em entrevista à Rádio Eldorado. "Temos de respeitar as diferenças. O que não queremos é extremista de esquerda. Agora dizer que queremos (pessoas) 100% de direita é exagero político, essa não é a pretensão do PSL".

Waldir afirmou que as divergências são normais dentro de um partido e são indissociáveis da política. "Se em casa a gente briga, imagina em um partido que temos 53 líderes? É normal ter divergências, formação de alas, todo partido tem isso. E (isso) brota com mais efervescência em razão de eleições municipais no ano que vem. Tem fundo partidário, tem recurso, briga pelo poder", afirmou.

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