Estratega e implacável. Quem era o líder do Estado Islâmico?

Os Estados Unidos anunciaram este domingo a morte de Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Estado islâmico, terrorista procurado há anos pelas forças americanas. "Morreu como um cão", garantiu o presidente Trump.

Em julho de 2014, Abu Bakr al-Baghdadi apareceu num vídeo pela primeira vez com a cara destapada. A situação era importante: al-Baghdadi anunciou a criação de um "califado" e proclamou-se "califa" de todos os muçulmanos e líder do Estado Islâmico - que dominava um terço do Iraque e metade da Síria. Este foi o momento em que o seu nome e o seu rosto se tornaram conhecidos em todo o mundo, mas para os militares e serviços secretos norte-americanos ele já era "um velho amigo".

Baghdadi, que foi abatido no sábado pelas forças norte-americanas numa operação especial levada a cabo em Idlib, no nordeste da Síria, era nada mais nada menos do que o homem mais procurado do mundo. Em outubro de 2011, os Estados Unidos designaram-no oficialmente como "terrorista" e ofereceram uma recompensa de 15 milhões de dólares (nove milhões de euros) por informações que pudessem levar à sua captura ou morte. Em 2017, esse valor foi elevado para 25 milhões de dólares (22,5 milhões de euros). O mesmo valor que tinha sido atribuído a Bin Laden, que foi morto em 2011 numa operação dos Navy SEALS em Abbottabad no Paquistão.

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