Cinco meias-verdades de Boris Johnson sobre o Brexit

Boris Johnson numa fotografia com trabalhadores, em junho

Boris Johnson numa fotografia com trabalhadores, em junho

  |  Dominic Lipinski/Pool via Reuters

O Financial Times divulgou neste sábado um documento que põe em causa as garantias dadas pelo primeiro-ministro do Reino Unido de que, com o novo acordo do Brexit, os direitos dos trabalhadores estão protegidos e continuarão alinhados com os padrões da União Europeia.

Boris Johnson prometeu dar mais tempo aos deputados britânicos para debaterem o acordo do Brexit que ele renegociou com a UE27, mas só se estes aprovarem nesta segunda-feira a sua moção para convocar eleições antecipadas para 12 de dezembro. Caso contrário, ameaçou o governo, o seu executivo entrará numa espécie de greve e não voltará a apresentar a lei sobre o acordo de retirada do Reino Unido da União Europeu na Câmara dos Comuns.

O primeiro-ministro, líder do Partido Conservador, precisa de que dois terços dos deputados apoiem a moção de segunda-feira, o que significa que além dos conservadores, incluindo os rebeldes e os desertores, precisa também do apoio dos deputados de outros partidos, especialmente rebeldes do Labour liderado por Jeremy Corbyn. Neste momento não se vislumbra de que combinação poderá sair essa maioria de dois terços, obrigatória à luz do Fixed-term Parliament Act 2011.

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