Crise e pressão política derrubam o presidente da Petrobras

 Pedro Parente, presidente da Petrobras, tomou posse em 2016

Pedro Parente, presidente da Petrobras, tomou posse em 2016

  |  Reuters

Pedro Parente vinha sendo criticado por causa da política dos combustíveis, que culminou na paralisação dos caminhoneiros

Pressionado pela defesa da política de preços dos combustíveis implantada em sua gestão, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta (1). A decisão foi comunicada aos mercados enquanto o executivo estava reunido com o presidente Michel Temer, em Brasília.

Implantada em outubro de 2016 e revista em julho de 2017, a política de preços dos combustíveis entrou no centro do debate econômico após o início da greve dos caminhoneiros, recebendo críticas tanto da oposição quanto da base do governo.

"Diante desse quadro, fica claro que a minha permanência na presidência da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente", afirmou o executivo, em carta enviada a Temer nesta sexta.

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