Xangai aposta no investimento estrangeiro no setor de serviços

Zona de comércio livre de Xangai

A cidade de Xangai lançou uma série de políticas para facilitar o comércio de serviços e abrir ainda mais este setor aos investidores estrangeiros.

As novas diretrizes permitirão maior acesso ao mercado para investidores estrangeiros nas áreas de investimento, cultura e entretenimento, turismo, publicação, saúde, negócio e comércio, entre outras.

As empresas estrangeiras terão direito a tratamento equivalente ao das companhias domésticas e mais esforços serão efetuados para proteger a propriedade intelectual das companhias transnacionais, com especial incidência nos principais processos e componentes da cadeia industrial.

As políticas agora abrirão ainda mais o comércio de serviços transfronteiriços, especialmente as indústrias de comércio digital, transporte marítimo e de finanças e promoverão a facilitação do comércio, com objetivo de ajudar a transformar a cidade num centro de inovação de ciência e tecnologia.

Algumas das normas serão primeiramente materializadas na zona piloto de livre comércio em Xangai.

Para o diretor do Departamento Municipal de Comércio da cidade, Hua Yuan, "as novas políticas vão melhorar ainda mais o ambiente comercial local e a competitividade da cidade no quadro internacional, contribuindo para a construção de um centro de comércio internacional".

O governo local vai aperfeiçoar os regulamentos e a supervisão para melhor prevenir e controlar os riscos, além de preparar mais políticas para o próximo ciclo de liberalização neste campo, referiu Hua nesta terça-feira.

No primeiro semestre de 2019, a produção industrial no setor de serviços em Xangai cresceu 9,1%, para 1,17 biliões de yuans (166 mil milhões de dólares), respondendo por 71,2% do produto interno bruto da cidade.

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