Coleção Berardo nas mãos do Estado

Joe Berardo na II Comissão Parlamentar de Inquérito à Recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à

Joe Berardo na II Comissão Parlamentar de Inquérito à Recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e à Gestão do Banco, na Assembleia da República

  |  António Cotrim/LUSA

Tribunal decretou a penhora das obras de arte de Joe Berardo pedida pelos bancos credores.

O arresto da coleção Berardo foi esta segunda-feira decretado. Segundo o jornal Público, a providência cautelar sobre a coleção de arte moderna de Joe Berardo foi acionada judicialmente, a pedido da Caixa Geral de Depósitos, do BCP e do Novo Banco, bancos que decidiram depositar este património artístico nas mãos do Estado, que terá de assegurar os seus custos de manutenção, designadamente os seguros associados.

Propriedade da Associação Coleção Berardo, as obras estão, desde 2006, em exposição no Centro Cultural de Belém em resultado do protocolo assinado entre a associação, o empresário e Isabel Pires de Lima, a ministra da Cultura à data. Joe Berardo deve quase mil milhões de euros aos três bancos e o arresto foi a solução encontrada para garantir que o empresário não retirava obras de arte à coleção. Uma solução que foi negociada entre os bancos credores e os ministros das Finanças, da Cultura, da Justiça e ministro-adjunto e da Economia, diz o Público.

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