Terça haverá postos secos e metrô e trens com horário estendido em São Paulo

Greve em São Paulo

Greve em São Paulo

  |  EPA/Sebastiao Moreira

Governo diz que negociações se esgotaram, mas caminhões ainda obstruem estradas. Cidades enfrentam falta de combustível, que afeta ônibus, aeroportos e serviços

Apesar da declaração do ministro Eliseu Padilha (Casa Civil), na manhã desta segunda (28), de que as reivindicações dos caminhoneiros foram atendidas e as negociações se esgotaram, ainda há veículos parados ou bloqueando estradas.

O anúncio de redução no preço do diesel e criação de um preço mínimo para o frete, feito pessoalmente pelo presidente Temer, não foi suficiente para desmobilizar a paralisação.

O protesto, que completa oito dias, interrompeu parcialmente o fornecimento de combustível e outros bens (como alimentos e medicamentos) e afeta comércio e serviços em várias cidades brasileiras.

Às 14h desta segunda, a Polícia Rodoviária Federal informava haver 556 pontos de bloqueio em rodovias federais, na maioria parciais. Há caminhões parados em protesto nas rodovias Regis Bittencourt e Dutra, além de em outras estradas - federais e estaduais - pelo país. No estado de São Paulo, não há interdição total de rodovias.

Para compensar o custo das medidas anunciadas, o governo estuda aumentar impostos para compensar redução no preço do diesel e negou que haja possibilidade rever a política de preços da Petrobras.

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