Mortos seguem vivos e continuam a fazer amigos no Facebook

Mortos seguem vivos e continuam a fazer amigos no Facebook

Pesquisas apontam que perfis de pessoas mortas serão maioria na rede social até o fim do século.

Pesquisas estimam que até o fim do século o Facebook terá mais perfis de pessoas mortas, cujas páginas são mantidas por parentes e amigos, do que vivas. O fenômeno repete em modalidade virtual o empenho da sociedade em suprimir a experiência do tempo e da finitude.

Aberdeen, Escócia, 2012. Às vésperas de completar 18 anos, Scott Taylor e seu melhor amigo morrem em acidente de carro. A notícia se espalha pelo país, da tragédia surge a comoção e, da rotina, o esquecimento. Passados sete anos, o que era manchete nacional torna-se luta solitária -o tabloide local Press and Journal noticiou no último janeiro: "Mãe luta por reativação de página deletada do filho no Facebook".

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