Emigração com mais qualidade no andebol português

Emigração com mais qualidade no andebol português

Depois de longos anos de lamentos por parte dos selecionadores, que pretendiam os melhores jogadores a evoluir nos maiores campeonatos, a emigração não só veio para ficar como está a aumentar.

Esta época haverá seis portugueses a jogar na espanhola Liga Asobal, quatro na Starligue francesa e um na Bundesliga alemã. No total, aumentou de 12 para 16 o número de andebolistas em campeonatos de topo europeus, ao que se soma a cereja chamada Gilberto Duarte, pois o melhor jogador nacional da atualidade reforçou o Barcelona. O fenómeno da emigração entrou numa nova fase, a mais desejada por qualquer selecionador nacional, a do crescimento dos seus jogadores nos melhores campeonatos do mundo.

"A ida de atletas para o estrangeiro tem benefícios, mas dependendo de vários fatores, como o nível do campeonato para onde vão, o tempo de utilização em jogo e o nível de treino", explica a O JOGO Paulo Jorge Pereira, selecionador nacional, sabendo que duas dessas três exigências se vão cumprir este ano para jogadores de quase todas as posições - só faltará um pivô, o que nem constitui problema: Tiago Rocha evoluiu na Liga dos Campeões com o polaco Wisla Plock antes de regressar para o Sporting e o luso-cubano Alexis Borges voltou este ano ao FC Porto depois de uma época de empréstimo ao Barcelona.

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