O beijo do amor nórdico no Mundial feminino de futebol

O beijo que corre o mundo. Foto de Simon Hastegård, da agência sueca Bildbyrån

O beijo que corre o mundo. Foto de Simon Hastegård, da agência sueca Bildbyrån

A foto que correu o planeta. A do beijo entre duas futebolistas internacionais, uma sueca, outra dinamarquesa, que formam um casal separado e unido pelo futebol e pelas convenções sociais.

Magdalena Eriksson, uma das craques da Suécia, tinha acabado de se apurar para os quartos-de-final do Mundial e foi à bancada agradecer a uma fã especial, outra futebolista, da Dinamarca, Pernille Harder, que, meses antes, tinha sido eliminada pela companheira sueca, nas qualificações para o torneio que decorre em França.

Na fase decisiva de qualificação, Magdalena, de 25 anos, e Pernille, de 26, enfrentaram-se no relvado para disputar uma das vagas de acesso ao Mundial feminino. Magdalena ganhou e obrigou a companheira a jogar o play-off, que a Dinamarca perdeu, com a Holanda. Nada que tivesse azedado a relação do casal ou assanhado a histórica rivalidade entre a Suécia e a Dinamarca, como se viu agora, no ternurento beijo que assinalou o triunfo e a passagem das suecas aos quartos-de-final.

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