'Não tínhamos comida, então cantávamos', diz sobrevivente do Holocausto que toca em SP

Saul Dreier tornou-se baterista depois de sobreviver ao Holocausto

Aos 94 anos, Saul Dreier é o mais velho sobrevivente do genocídio em atividade musical

Em uma primeira conversa, não dá para saber se Saul Dreier tem uma memória privilegiada ou se ele apenas contou a mesma história diversas vezes.

"Sou o mais velho sobrevivente do Holocausto a tocar música, com 94 anos de idade", ele se apresenta, logo depois de ficar cerca de meia hora ininterruptamente narrando suas desventuras pelos três campos de concentração aos quais sobreviveu.

Leia mais em Folha de S.Paulo

Relacionadas

Exclusivos