'Memorando' cria ladainha poética a partir de miudezas esquecidas

Copacabana na década de 50 do século XX

Fernando Moreira Salles relança livro escrito com Geraldo Mayrink após 26 anos da primeira edição.

Os historiadores talvez não escrevam sobre as migalhas. Não darão bola para o fato de que, no passado, todo mundo acreditava que menino que brincava com fogo fazia xixi na cama. Que Garrincha, para explicar por que só usava o pé direito, dizia: "Se eu chutar com os dois, eu caio". Ou que o urso, mascote da sapataria, morria de calor em Copacabana.

Mas é de fragmentos assim que é feito o livro "Memorando", de Geraldo Mayrink e Fernando Moreira Salles, que volta às livrarias 26 anos após o lançamento de sua primeira edição. São pedacinhos de lembranças que tentam reconstituir o que viveu uma geração que passou a juventude no Rio de Janeiro entre os anos 1950 e 1970.

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