Beber Coca-Cola, dar beijos na rua ou usar biquíni. As proibições "ridículas" da ditadura

O livro "Era Proibido", editado pela Guerra e Paz, é uma viagem às proibições do tempo da "outra senhora".

"No meu tempo é que era bom." Foi esta frase, ouvida da boca de muitas pessoas, que despertou em António Costa Santos a vontade de escrever um livro para lembrar a "gente de memória curta" que o tempo da ditadura era tudo menos "bom". O livro "Era Proibido", editado pela Guerra e Paz, é uma viagem às proibições do tempo da "outra senhora".

Em entrevista ao jornalista Fernando Alves, na manhã da TSF, António Costa Santos lembra um tempo em que "tudo era proibido, até as coisas mais ridículas como poder dormitar num banco de jardim", um tempo "caricato, violento, em que as proibições eram não só as que existiam na lei, mas também as que nós próprios inventávamos".

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