Paraty tem 'airbnbíndio' e recebe diferentes etnias do país no segundo dia de Flip

A índia Pataxó Tamikuã, 51, que é da Bahia, está a vender artesanato em Paraty para mostrar a cultura do seu povo durante a Flip

Membros dos pataxós e guaranis participam da festa literária vendendo artesanatos

Sentada em um degrau em frente à Igreja de Nossa Senhora e São Benedito, construída há 294 anos, em Paraty, a índia pataxó Tamikuã, 51, mostrava a arte de seu povo aos turistas de diferentes sotaques que se interessavam pelos cocares (R$ 250) e colares (a partir de R$ 30).

Seu sotaque também era diferente: Tamikuã vem do sul da Bahia, da aldeia de Barra Velha -na região onde fica o monte Pascoal.

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