Da Vinci: o quadro mais caro do mundo está desaparecido

Da Vinci: o quadro mais caro do mundo está desaparecido

Peter NIcholls/Reuters

Depois de ter sido vendido por 401 milhões de euros em 2017 ao que se julga ser um testa de ferro do príncipe herdeiro saudita e de o Louvre de Abu Dhabi ter anunciado que o ia expor a partir de setembro de 2018, o que nunca aconteceu, ninguém sabe onde está o Salvator Mundi

Esta é uma história que envolve negócios das arábias, dúvidas sobre a autoria de um quadro famoso e um desaparecimento misterioso. A obra de arte mais cara de sempre a ser vendida num leilão é alvo de grande debate sobre se foi ou não pintada por Leonardo da Vinci, mas de uma coisa não há qualquer dúvida: Salvator Mundi é uma das obras de arte mais importantes e reconhecidas do planeta. Um mediatismo que, ainda assim, não evitou que se tenha perdido o rasto ao retrato de Jesus que é descrito como "uma espécie de versão religiosa de Mona Lisa".

O leilão, em novembro de 2017, causou surpresa no mundo da arte, não só pelos valores envolvidos - 401 milhões de euros -, mas também pela identidade do licitador: pouco depois do leilão, o New York Times revelava que o comprador anónimo do Salvator Mundi era afinal o príncipe Bader bin Abdullah bin Mohammed bin Farhan al-Saud, membro de um ramo afastado da família saudita, sem riqueza ou currículo como colecionador de arte. Mas uma coisa Bader bin Abdullah era, garante o NYT: um amigo próximo do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, de 33 anos, conhecido como MBS. O mesmo sobre quem recaíram suspeitas de ter dado a ordem para o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi no consulado do país em Istambul, na Turquia.

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