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Testemunhas dizem que Odair Moniz nada tinha na mão quando foi morto por polícia

Na primeira sessão do julgamento, em 22 de outubro, Bruno Pinto, de 28 anos, garantiu que quando disparou acreditou que o cidadão cabo-verdiano o estava a ameaçar com uma faca, uma vez que vira uma lâmina na zona da cintura da vítima

Duas testemunhas do momento em que, em 2024, um polícia matou a tiro Odair Moniz na Cova da Moura (Amadora) asseguraram esta quarta-feira no julgamento do processo que a vítima não tinha nada na mão quando foi atingida.

Questionados pelo Ministério Público se Odair Moniz tinha “algum instrumento” na mão quando o agente da PSP Bruno Pinto disparou por duas vezes, Fábio e Evandro Duarte, tio e sobrinho de 31 e 21 anos, responderam que não.

Na primeira sessão do julgamento, em 22 de outubro, Bruno Pinto, de 28 anos, garantiu que quando disparou acreditou que o cidadão cabo-verdiano o estava a ameaçar com uma faca, uma vez que vira uma lâmina na zona da cintura da vítima.

Esta quarta-feira, as duas testemunhas afirmaram que os disparos ocorreram na sequência de uma disputa entre o polícia e Odair Moniz, que queria evitar ser algemado e detido pela PSP.

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