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Só metade do investimento na Jornada da Juventude fica para o futuro

Tribunal de Contas. Mota-Engil e mais sete empresas conseguem ficar com mais de metade do valor adjudicado nos contratos analisados na auditoria à JMJ. Maioria dos negócios (55%) foi por ajuste direto.

Apenas 53% do investimento feito no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2023 terá utilidade futura, indica o Tribunal de Contas (TdC), que analisou um total de 432 contratos de empreitadas (construção) e de aquisição de bens e e serviços, entre outros, num valor global de 64,1 milhões de euros. A maioria dos negócios (55% do valor auditado) foi por ajuste direto.

Naquela que é a primeira grande auditoria oficial aos contratos celebrados no âmbito da Jornada Mundial da Juventude 2023 (e enviados ao Tribunal, já que muitos não seguiram esse trâmite por não haver necessidade ou imperativo legal, podendo o custo global ascender a 160 milhões de euros, segundo se disse na altura), a instituição presidida por José Tavares conclui que das mais de quatro centenas de contratos analisados, “cerca de 71 representam investimentos para o futuro, na medida em que se traduziram na execução de obras de caráter permanente e na aquisição de equipamentos ou bens que permitem posteriores utilizações, envolvendo um valor contratual total de 34.063.546,85 euros [34,1 milhões de euros, isto é, 53% do total]”.

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