Medina responde a professores com a maior descida de sempre no peso da dívida

por Viviana Chan
Dinheiro Vivo

“Dívida está melhor”, disse o ministro. “Temos de ter em conta a situação geral do país, o país tem não só professores”, “temos de cuidar do equilíbrio das contas públicas, não só para hoje, mas para o futuro”, ripostou Fernando Medina, ontem, na TVI.

O rácio da dívida pública medido em proporção do produto interno bruto (PIB) registou, em 2022, a maior queda de que há registo nas séries do Banco de Portugal, que remontam a 1995.

Segundo o apuramento do banco central governado por Mário Centeno, o peso da dívida total recuou o equivalente a uns expressivos 10,8% a 10,9% do PIB no ano passado, para 114,7%, ou seja, o governo conseguiu mais do que reverter na íntegra o aumento da dívida acumulado com as últimas duas crises (a da pandemia e a inflacionista, que ainda não terminou).

Mas para o ministro, “não foi um ano excecional”; mesmo com estes resultados (dívida e défice abaixo das metas definidas pelo governo), a dívida tem de continuar a cair e, portanto, não há grande margem para sair do trilho das contas certas e do “equilíbrio”, defendeu o governante.

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