Gastos bilionários de dinheiro público leva a escândalo parecido com o dos anões do Orçamento - Plataforma Media

Gastos bilionários de dinheiro público leva a escândalo parecido com o dos anões do Orçamento

O País tem recursos escassos para investimentos e a máquina pública está à míngua. Sem dinheiro, o Incra, órgão responsável pela reforma agrária, suspendeu as atividades e cancelou eventos. O estado de São Paulo deixou de receber transferências voluntárias do governo federal. Mesmo assim, nunca houve tanta fartura em Brasília. Bolsonaro e Hamilton Mourão bateram o recorde no uso do cartão corporativo. Só neste ano, já torraram R$ 9 milhões em verbas secretas, um recorde. O Congresso autorizou a União a elevar em R$ 25 milhões as despesas com propaganda em pleno ano eleitoral.

No ano passado, boa parte dos recursos do Fundo Nacional de Saúde, que conta com R$ 7,4 bilhões, foi usado por caciques do Centrão para emendas de relator em seus redutos eleitorais. A utilização paroquial, sem controle técnico, subiu 112%. E esse desequilíbrio não ocorre ao acaso. O presidente subverteu o uso do dinheiro público para viabilizar sua reeleição e beneficiar seu clã e aliados. O melhor exemplo desse quadro escabroso é o orçamento secreto, um esquema dissimulado de desvios por meio de emendas parlamentares sigilosas. Trata-se de uma sabotagem no uso do dinheiro do contribuinte. Na prática, é como se orçamento tivesse sido sequestrado pelo presidente pela cooptação de parlamentares com verbas para seu benefício político. Uma forma mais sofisticada de desvio do que as expostas nos escândalos do Mensalão e do Petrolão.

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