Angola prevê 70% de energia de fontes não poluentes até 2025 -

Angola prevê 70% de energia de fontes não poluentes até 2025

A informação foi avançada, terça-feira (02), pelo Presidente da República, João Lourenço, ao intervir na 26ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, a decorrer em Glasgow, Reino Unido.

O Chefe de Estado, que vem mantendo, desde o início do mandato, uma atenção especial às questões ambientais, ressaltou que o país privilegiou a produção e consumo de energia limpa proveniente das barragens hidroeléctricas existentes e de outras por construir, assim como nas fontes renováveis de energia.

Neste particular, João Lourenço destacou os projectos de produção de energia  fotovoltaica com parques solares, que visam reduzir o consumo de combustíveis fósseis na produção de energia eléctrica.

O Presidente salientou que Angola definiu a sua contribuição concretizada na redução da intensidade de carbono na produção de energia eléctrica, num horizonte até 2025, e em acções complementares no domínio da gestão sustentável das florestas, transportes e agricultura. 

O Chefe de Estado reiterou a firme vontade e determinação de  Angola em continuar  comprometida com a acção climática e com a adopção de um modelo de desenvolvimento de baixo carbono.

João Lourenço disse que o país considera as alterações climáticas dos maiores desafios que a humanidade enfrenta, dado o conjunto de efeitos directos e indirectos na vida económica e social das Nações, facto que, como sublinhou, “constitui um verdadeiro desafio ao desenvolvimento”.


País alinhado com consensos internacionais

O Presidente ressaltou, ainda, o facto de Angola estar alinhada com os consensos internacionais do desenvolvimento sustentável, incluindo o África – 2063, em consonância com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

“Foram, igualmente, identificadas acções de adaptação relacionadas com a melhoria da resiliência climática das nossas comunidades e a protecção de investimentos sociais e económicos”, salientou.

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