Águia triturada pelo Bayern Munique - Plataforma Media

Águia triturada pelo Bayern Munique

Na terça-feira, numa Allianz Arena com 50 mil adeptos nas bancadas, dois mil deles portugueses, os encarnados realizaram a exibição possível frente a uma equipa poderosa e que podia ter tornado a experiência das águias ainda mais penosa, não fosse a exibição do guarda-redes Vlachodimos.Enquanto em Lisboa o Benfica ainda discutiu o jogo durante 70 minutos, em Munique a estratégia ruiu muito mais cedo.

Jorge Jesus apresentou um onze surpreendente, embora de certa forma coerente com o discurso da véspera, ao retirar pressão e jogar o apuramento nos duelos com o Barcelona e o Dínamo Kiev. Otamendi, Weigl e Rafa – no limite do risco de falharem o duelo com os catalães – Diogo Gonçalves e Darwin ficaram no banco. Além do contexto externo, a receção ao Braga, no fim de semana, pode também ter influenciado a decisão do treinador.O Benfica entrou a pressionar e a condicionar a qualidade do jogo do Bayern.

A estratégia audaz foi, no entanto, perdendo gradualmente eficácia perante um Bayern assente nas diabruras de Coman, um autêntico terror para Grimaldo. E também fazendo jus à versatilidade do jogo ofensivo, sempre com cinco elementos na zona de tiro. Lewandovski e Gnabry deram uma vantagem confortável aos alemães em poucos minutos e a águia esteve quase a fazer escutar o clique do botão de pânico, que parecia prestes a perder o contacto com o jogo.Vlachodimos, com um par de boas defesas, e Morato, que marcou um golo, deram alguma crença à equipa que chegou ao intervalo a perder por 2-1.

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