TAP já sente subida nas vendas de bilhetes para Brasil - Plataforma Media

TAP já sente subida nas vendas de bilhetes para Brasil

Abertura das fronteiras está a levar a um crescimento da procura por voos.

A TAP tem vindo a registar um aumento nas vendas de bilhetes de voos para o outro lado do Atlântico, fruto do levantamento das condicionantes às viagens. “Nas últimas quatro semanas, aumentaram as vendas de bilhetes para os voos da TAP para os Estados Unidos da América e Brasil”, indica fonte da companhia ao Dinheiro Vivo sem concretizar números, mas confirmando os indícios já deixados pela CEO, Christine Ourmières-Widener, no início da semana.

A 21 de setembro, a administração Biden anunciou que vai reabrir as fronteiras a partir de novembro com 33 países – incluindo China, Índia, Brasil e grande parte da Europa – para os cidadãos que tenham a vacinação completa. A decisão de Washington levou a que o apetite por voos para os Estados Unidos tenha assim aumentado; e não é só a TAP que o regista: a germânica Lufthansa disse há dias, em comunicado citado pela Reuters, que a procura por voos para este mercado triplicou em alguns dias, sendo que há rotas que já atingem níveis próximos do registado antes da crise pandémica.

O mercado norte-americano é bastante relevante para várias companhias aéreas europeias. No caso da TAP, antes da pandemia, o destino era uma aposta que vinha a dar frutos, tendo mesmo a companhia lançado o programa Stopover, que permite aos passageiros fazer um escala de dois ou três dias em Portugal antes de voar para outro destino no Velho Continente. Esse programa mantém-se com a companhia a dizer que: “o Stopover é oferecido no mercado norte-americano desde o seu lançamento (julho de 2016) e alcançou uma adesão e sucesso notáveis ​​entre os americanos, contribuindo muito para atrair novos turistas a Portugal”. Para se ter uma ideia, em 2019, dos mais 16,4 milhões de hóspedes não residentes que passaram pelas unidades de alojamento em Portugal, 1,2 milhões eram norte-americanos, uma evolução face a 2016 – ano em que foram 563 mil (dados do INE).

Leia mais em Dinheiro Vivo

Assine nossa Newsletter