Gouveia e Melo vai embora com vacinação perto dos 85% -

Gouveia e Melo vai embora com vacinação perto dos 85%

Task force foi criado há quase um ano

O coordenador da task force para a vacinação contra a covid-19, vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, revelou esta terça-feira que mais de 84% da população já está completamente vacinada, numa reunião com António Costa, em que se despediu da missão.

Gouveia e Melo fez, esta terça-feira, uma apresentação sobre o plano de vacinação contra a covid-19, nas instalações da task force, em Oeiras, numa reunião com o primeiro-ministro, para terminar a missão que assumiu em fevereiro.

“Estamos em 86,5% de vacinados com a primeira dose e já passamos os 84% com a vacinação completa, praticamente a atingir os 85%”, anunciou o coordenador da task force, que vai ser extinta.

O vice-almirante disse ainda que “chegaram 20 milhões de doses de vacinas, distribuídas e doadas”. “Já doámos cerca de dois milhões de vacinas, ou seja, 10% das vacinas que comprámos”.

Quanto a uma eventual terceira dose, Gouveia e Melo relembrou que há em “stock cerca de dois milhões de vacinas” e “portanto não haverá nenhum problema”. “Já se iniciou ontem o processo de vacinação da gripe e está a preparar-se simultaneamente uma terceira dose para o mesmo grupo”, reforçou.

A imunização de 85% dos residentes constituiu a referência definida pelo Governo para avançar para esta terceira etapa do plano de alívio das restrições impostas para controlar a pandemia, que entram em vigor a 1 de outubro.

A task force contra a covid-19 foi criada em novembro de 2020, cerca de um mês antes do arranque do plano de vacinação, tendo o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo assumido a sua coordenação em 3 de fevereiro, na sequência da demissão de Francisco Ramos.

Costa diz que sucesso da vacinação teria “sido impossível” sem a adesão dos portugueses

O primeiro-ministro agradeceu o trabalho do vice-almirante e de toda a equipa da task force e notou que, “sem desmerecer quem quer que seja pelo trabalho, sem a adesão dos portugueses teria sido impossível” alcançar o sucesso na vacinação.

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