Desgosto de amor: Ciência explica porque se sofre tanto

Desgosto de amor: Ciência explica porque se sofre tanto

Terminar uma relação tem, para o corpo humano, um efeito parecido com o síndrome de abstinência a que se sujeitam os toxicodependentes

Colocar um ponto final numa relação amorosa pode ser bastante doloroso, principalmente quando ainda se está apaixonado. A intensidade da dor e efeitos no corpo humano são semelhantes aos que sentem os toxicodependentes quando atravessam pelo síndrome de abstinência. Vários estudos e especialistas já o tinham revelado. Agora, Manuel de Juan Espinosa, professor de psicologia da Universidade Autónoma de Madrid, veio clarificar o fenómeno que provoca comportamentos compulsivos e obsessivos.

A primeira fase é caracterizada por incredulidade perante o mau momento por que se está a passar, podendo chegar a provocar dor física e, em casos extremos, levar à depressão e despertar tendências suicidas e homicidas. É nesta fase que algumas pessoas chegam a envolver-se com ex-namorados ou a sentir que não conseguem viver sem o companheiro. E é culpa é toda das hormonas que, em conjunto com as emoções, levam o cérebro a libertar cortisol, a hormona do stress, diminuindo o nível de racionalidade.

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