Como num espaço de morte se vai passar a celebrar a vida - Plataforma Media

Como num espaço de morte se vai passar a celebrar a vida

O antigo matadouro municipal de Torres Vedras abre as portas no domingo como Centro de Artes e Criatividade, um espaço que quer ser mais do que um museu do Carnaval, “a expressão cultural mais importante para a cidade”.

Há uma poética na criação deste equipamento”, comenta Rui Brás, diretor executivo do Centro de Artes e Criatividade (CAC) de Torres Vedras, enquanto percorre o espaço, ainda nos últimos preparativos para a inauguração deste domingo. O antigo matadouro municipal, que remonta ao final do século XIX, renasce como local em que se celebra a vida. “De um espaço de sacrifício animal, um sítio onde havia abate, sangue, violência, passamos para um espaço que é uma expressão cultural do Carnaval e queremos fazer esse contraponto poético entre a morte e a vida”, assinala o arqueólogo, empolgado por ver finalmente aproximar-se o dia da abertura de um projeto que deu os primeiros passos há já 15 anos. “Foi um tempo que permitiu a maturação do próprio projeto”, que tem na sua génese o Carnaval, mas que pretende ser espaço de incentivo à criação artística e o ponto de partida para a regeneração da zona onde está implantado.

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