Estados Unidos apontam problemas nas liberdades em Macau

Estados Unidos apontam problemas nas liberdades em Macau

Problemas nas liberdades civis mas respeito pela independência dos tribunais. É o que consta do capítulo dedicado a Macau no relatório anual sobre direitos humanos publicado, hoje, pelo Departamento de Estado norte americano

O documento entende que ao longo de 2020, houve interferências do poder político em reuniões pacíficas e na liberdade de expressão. Exemplo desses atropelos são a proibição da vigília de Tiannanmen, a 4 de Junho do ano passado – decisão inédita em trinta anos, sublinha – e o encerramento abrupto da exposição da World Press Photo com fotografias dos protestos de Hong Kong.

Diz o relatório, a este propósito, que “o Governo, por vezes, restringiu” a liberdade de expressão. E, recorda a posição da Associação de Imprensa em Língua Inglesa e Portuguesa (AIPIM). Na altura, a AIPIM considerou que se o encerramento estivesse relacionado com pressões em torno de algumas fotografias da exposição, se estaria perante um episódio preocupante que sinalizaria “uma erosão do espaço de liberdade de expressão”.

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