Venda de máscaras cirúrgicas atrai jovens - Plataforma Media

Venda de máscaras cirúrgicas atrai jovens

Desde Março do ano passado, a venda de máscaras cirúrgicas tomou conta das ruas do Huambo. Não há local em que não se vê homens e mulheres, incluindo crianças, a venderem este meio de biossegurança contra a Covid-19

O negócio, antes controlado pelas farmácias e lojas, cresce diariamente, com as artérias da cidade do Huambo a registarem um número crescente de vendedores, que já conhecem “o canal” de compra de caixa de máscaras cirúrgicas a preço acessível. 

Feliciana Etossi, 18 anos, deixou a venda de produtos de higiene para entrar no negócio das máscaras. “Fui convidada por uma amiga, na fase do Estado de Emergência, para conseguir aguentar-me com as despesas de casa. Não se ganha muito, mas já ajuda para a compra do pão”, disse, acrescentando que, inicialmente, vendia máscaras de pano, feitas por alfaiates, a 500 Kwanzas. 

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