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Saiba o que estão as empresas portuguesas a fazer no domínio ambiental

Cinco anos depois do Acordo de Paris saiba o que estão as empresas portuguesas a fazer no domínio ambiental.

Painéis solares, mobilidade elétrica, redução das emissões de gases de efeito estufa, de tudo um pouco têm feito as empresas portuguesas para ajudar na transição energética. A consciência ambiental vai fazendo o seu caminho, mas Portugal ainda só tem quatro empresas na “A List” do CDP – Carbon Disclosure Project, organização não governamental de referência nos mercados de capitais pela classificação da performance ambiental de empresas e cidades, mesmo assim são mais três do que em 2019, quando apenas a EDP figurava neste exigente ranking. Os CTT, a Navigator e a Sonae foram as subidas de 2020. Jerónimo Martins, NOS, BCP e GALP estão já no nível A-, sendo fortes candidatas a chegar à “A List” em breve.

Contribuir para a descarbonização da economia, aumentar a capacidade de produção renovável, reforçar as soluções de eficiência energética e apostar em inovação são os grandes pilares da estratégia de ação climática da EDP, definida ainda antes da COP 21, conferência de que resultou o Acordo de Paris. Um caminho que “tem sido feito, com permanente atualizações e reforços das metas ambientais”, diz fonte oficial da empresa, lembrando a antecipação do fecho das centrais a carvão na Península Ibérica, entre as quais a de Sines, já a partir de 2021. E que contribuirá para cumprir o objetivo da empresa de reduzir as suas emissões de CO2 em 90% até 2030, em comparação com os níveis de 2015.

Paralelamente, a EDP continua a investir na expansão das energias limpas, que já representam 74% da produção atual da empresa. E o objetivo é que chegue a 90% até ao final da década. Uma aposta que envolve as renováveis, mas, também, as soluções de eficiência energética, como a instalação de energia fotovoltaica e painéis solares em clientes ou os incentivos à mobilidade elétrica, entre outros. O objetivo, com a criação de produtos e serviços mais eficientes, é que os consumidores “obtenham poupanças de energia da ordem dos 5 TWh até 2022”.

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