O refúgio do tesouro maior dos Templários pode ter sido Portugal - Plataforma Media

O refúgio do tesouro maior dos Templários pode ter sido Portugal

A editora do Canal História insiste em não esquecer os Templarios e chega às livrarias um livro sobre a busca do Santo Graal que enquadra o papel de Portugal e da fortaleza de Tomar na sobrevivência dessa ordem: A História Secreta dos Templários.

Otítulo de um dos vários capítulos de A História Secreta dos Templários não ignora o papel de Portugal nos acontecimentos e nos mitos criados à volta de uma das ordens medievais mais importantes: Port‑u‑graal: a fortaleza de Tomar. Não é por acaso que Portugal regressa a todos as investigações e que este novo livro do Canal História dedica dezenas de páginas a um tema que tem interessado inúmeros historiadores e até filósofos como foi o caso de Umberto Eco no seu romance O Pendulo de Foucault.

Nesta pré-publicação, além da história da Ordem, está uma grande pergunta sobre os tesouros dos Templários que terão escapado ao decreto papal que abolia a instituição e à perseguição e morte dos principais cavaleiros templários: “No caso de as relíquias existirem e terem sido encontradas pelos templários, para onde as teriam levado?”

São três as hipóteses referidas deste trabalho: 1ª versão: “o Castelo de Xivert, a comenda mais antiga dos templários no Maestrazgo parece ser uma boa hipótese. Os múltiplos símbolos templários gravados na pedra por toda a região parecem provar a existência de um sistema que guia o iniciado pelo labirinto de pedra até ao Santo Graal. Falava -se da chegada à Península do cálice de Cristo segundo várias versões. A mais famosa é a que descreve a sua chegada pela mão de São Lourenço, a quem o papa teria entregado a relíquia para sua salvaguarda numa época de invasões e de grande agitação em Roma. O cálice teria estado em San Juan de la Peña, em Saragoça e em Barcelona até ir para Valência”.

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