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Costa: “Não gosto de proibições mas não podemos estar impávidos a assistir aos números”

Cátia Rocha

Em declarações feitas em Bruxelas, a propósito da entrega do esboço do Plano de Recuperação e Resiliência, António Costa assumiu que “não gosta das soluções” de imposição, mas que esta foi uma forma de reagir à evolução “grave” da pandemia no país

Em declarações à imprensa em Bruxelas, onde está para entregar o esboço do Plano de Recuperação e Resiliência à Comissão Europeia, o primeiro-ministro teceu comentários sobre as medidas apresentadas ontem pelo Conselho de Ministros.

“Não gosto destas soluções, é sempre melhor as pessoas usarem as máscaras de livre vontade do que estar a impor”, explicou António Costa, referindo-se à proposta que o governo apresentará à Assembleia da República para tornar obrigatório o uso de máscara comunitária na rua e o uso da aplicação StayAway Covid em contexto laboral e escolar.

“Se é uma proposta de que gosto, não, não é, não gosto de proibições. Mas há uma coisa que constato: não podemos estar impávidos a assistir aos números e não reagir”, declarou Costa, indicando que “tem havido um relaxamento do comportamento das pessoas”, algo que é preciso mudar para conter a pandemia.

“Há duas formas de reagir: ou parar as atividades ou alterar comportamentos.”

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