Investigação conclui que inspetores mataram ucraniano à pancada

Investigação conclui que inspetores mataram ucraniano à pancada

A acusação do MP contra os três inspetores vai ser deduzida até ao próximo dia 30, quando perfazem seis meses da sua detenção pela PJ por suspeitas de homicídio em instalações controladas pelo SEF no aeroporto de Lisboa

A investigação à morte do imigrante ucraniano que estava à guarda do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) no aeroporto de Lisboa concluiu que foram as agressões violentas dos três inspetores desta polícia que provocaram a morte de Ihor Homeniuk a 12 de março passado. Vão ser acusados em coautoria pelo homicídio.

O ucraniano, 40 anos, casado e com dois filhos menores no seu país, agonizou quase dez horas, com vários hematomas, fraturas nas costelas e no tórax que o impediam de respirar, provocados pela pancada de bastão e botas.

O ucraniano, 40 anos, casado e com dois filhos menores no seu país, agonizou quase dez horas, com vários hematomas, fraturas nas costelas e no tórax que o impediam de respirar, provocados pela pancada de bastão e botas.

A acusação do Ministério Público (MP) contra os três inspetores será conhecida até ao próximo dia 30, quando perfazem seis meses da detenção destes polícias, que estão em prisão domiciliária.

O DN soube, junto de fontes que acompanharam o caso, que na investigação coordenada pelo MP e executada pela Polícia Judiciária (PJ) foram ouvidas quase quatro dezenas de testemunhas, entre as quais socorristas e seguranças do aeroporto que interagiram com Ihor desde a manhã de dia 10 de março, quando aterrou no Aeroporto Humberto Delgado e pediu para entrar em Portugal para vir trabalhar na agricultura, até ao momento da sua morte, pelas 18.40 de dia 12.

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