Militares portugueses contra rebeldes na República Centro-Africana - Plataforma Media

Militares portugueses contra rebeldes na República Centro-Africana

A 7.ª Força Nacional Destacada, um contingente de 180 elementos, maioritariamente paraquedistas, está hoje envolvida numa nova operação contra rebeldes no noroeste da República Centro-Africana (RCA), região de Bocaranga, junto às fronteiras com Chade e Camarões.

Segundo comunicado do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), trata-se de uma missão conjunta com forças de capacetes azuis (das Nações Unidas) nepaleses, que conta ainda com apoio aéreo de helicópteros do Paquistão e do Sri Lanka.

O objetivo “é a proteção de civis, através da dissuasão e restrição de movimentos de elementos armados afetos ao grupo 3R (Regresso, Reclamação, Reconciliação) que, em manifesto incumprimento com o estipulado nos acordos de paz assinados em fevereiro de 2019 com o Governo da RCA, se encontra a hostilizar a população e a operar fora da Região de Koui (25 km a oeste de Bocaranga), à qual deveria estar circunscrito”.

Força Portuguesa projetada para nova operação de proteção de civis na República Centro-AfricanaOs militares portugueses, da 7ª Força Nacional Destacada, maioritariamente composta por paraquedistas, em missão na República Centro-Africana ao serviço das Nações Unidas, estão a realizar uma operação conjunta com forças de capacetes azuis do Nepal, contando igualmente com o apoio de helicópteros do Paquistão e do Sri-Lanka, tendo como objetivo a estabilização da paz na região de Bocaranga, situada a noroeste do país, junto à fronteira com o Chade e com os Camarões.A missão prioritária é a proteção de civis, através da dissuasão e restrição de movimentos de elementos armados afetos ao grupo 3R (Regresso, Reclamação, Reconciliação) que, em manifesto incumprimento com o estipulado nos Acordos de Paz assinados em fevereiro de 2019, entre o Governo da República Centro- Africana e os grupos armados, se encontra a hostilizar a população e a operar fora da Região de Koui (cerca de 25 quilómetros a oeste de Bocaranga), à qual deveria estar circunscrito.Depois de sair de Bangui, no dia 30 de julho, a projeção da Força Portuguesa por via terrestre implicou um movimento de cerca de 550 Km que, por força das condições meteorológicas e do terreno, se traduziu num deslocamento de 5 dias.Nesta operação estão a ser utilizadas, pela primeira vez, as novas viaturas blindadas VAMTAC ST5, do Exército Português, recentemente enviadas para a República Centro-Africana, que garantem uma maior capacidade de proteção, mobilidade e poder de fogo à Força Portuguesa.Por forma a garantir a proteção da população civil local, os Paraquedistas do Exército Português, apoiados pelos Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea Portuguesa, estão, desde 8 de agosto, a patrulhar a região de Bocaranga.​Esta é a 7ª Força Nacional Destacada neste teatro de operações, sendo o atual contingente composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Paraquedistas do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM

Publiée par Forças Armadas Portuguesas sur Lundi 24 août 2020

Os militares portugueses estão a utilizar, “pela primeira vez, as novas viaturas blindadas VAMTAC ST5, do Exército, as quais foram recentemente enviadas para a RCA, garantindo maior capacidade de proteção, mobilidade e poder de fogo”.

Leia mais em Jornal de Notícias

Related posts
Editorial

Longe da vista

AngolaMundo

ONU em Angola será coordenada por canadiana

MundoPolítica

Portugal reeleito para o Comité dos Direitos Humanos das Nações Unidas

MoçambiquePolítica

Nyusi exonera embaixador junto das Nações Unidas

Assine nossa Newsletter