Tóquio 1964, os Jogos que fizeram da cidade uma montra do futuro

por Marco Carvalho
Jason Farago

No fim de julho, os Jogos Olímpicos de Tóquio estariam a chegar à metade. Velocistas, saltadores, lançadores, halterofilistas e, pela primeira vez, skatistas, estariam reunidos na mais populosa cidade do planeta. Que o fã-clube de Simone Biles me perdoe, mas a modalidade que mais me entusiasmava é o andebol.

Não pelo desporto, mas pelo ginásio. As partidas de andebol seriam disputadas no Ginásio Nacional de Yoyogi, um marco da arquitetura moderna japonesa, projetado por Kenzo Tange. O traço que define o ginásio é sua cobertura, imensa e inclinada, formada por duas catenárias —ambos de aço estendidos entre pilares de concreto, como uma ponte pênsil— e hastes perpendiculares que se curvam desse eixo em direção ao solo.

Anos atrás, pedalando no parque Yoyogi, lembro-me de ter feito uma pausa diante dos painéis soldados que formam a cobertura da ginásio, admirando as marquises de aço. O ginásio provavelmente seria a mais glamorosa das estruturas em uso na Olimpíada deste ano, anda que tenha sido construído mais de meio século atrás.

Leia mais em Folha de São Paulo

Pode também interessar

Contate-nos

Meio de comunicação social generalista, com foco na relação entre os Países de Língua Portuguesa e a China

Plataforma Studio

Newsletter

Subscreva a Newsletter Plataforma para se manter a par de tudo!